Manifesto
A inteligência artificial muda rápido, e boa parte do que se publica sobre ela é ruído: anúncio vendido como produto, rumor tratado como fato, a mesma notícia repetida em cem lugares. O Sinal.AI existe para separar o sinal do ruído.
Contexto vale mais que velocidade.
Ser o primeiro a noticiar importa pouco. Importa entender o que mudou, por que mudou e o que vem antes e depois. Por isso cada assunto tem uma linha do tempo, e não só uma manchete.
Toda afirmação tem fonte.
Nenhum fato vai ao ar sem pelo menos uma fonte vinculada, com link e idioma de origem. Se falta informação, dizemos que falta.
Promessa não é produto.
Um anúncio sem data não é um lançamento, e um rumor não é um fato. Cada notícia diz se já dá para usar, se é pesquisa, anúncio ou especulação.
A IA não acontece só no Vale do Silício.
China, Europa, Ásia e Brasil também decidem o rumo da tecnologia. Lemos fontes em vários idiomas e mostramos onde cada fato nasceu.
Dia calmo é um dia calmo.
Quando há pouca notícia relevante, dizemos isso. Não inventamos manchete para ocupar espaço.
Cada leitor, uma leitura.
O mesmo fato muda coisas diferentes para quem programa, gerencia um produto, decide investimentos ou ensina. Mostramos isso de forma direta.
Respeito a quem faz jornalismo.
Resumimos com palavras próprias e sempre levamos o leitor à matéria original. Não copiamos texto nem fotos das fontes.
Sem ruído, sem armadilha.
Nada de manchete exagerada, conteúdo patrocinado disfarçado ou venda de dados. A sua atenção e a sua confiança valem mais que um clique.