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Danos, erros e conteúdo sintético(ver a linha do tempo)Foto: rawpixel, domínio público

Levantamento da Lupa contou ao menos 554 deepfakes na campanha do primeiro turno

2 de outubro de 2026Nível de hype: PesquisaOrigem: Brasil

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A Agência Brasil informa que, durante a campanha para o primeiro turno das eleições gerais de 2026, pelo menos 554 vídeos e imagens do tipo deepfake foram publicados nas redes, segundo o projeto VigIA, da agência de checagem Lupa, que monitora o uso de IA na eleição. Desses, 29 foram divulgados por perfis de candidatos ou partidos, o que pode gerar sanções.

O Tribunal Superior Eleitoral proibiu esse tipo de publicação, que pode levar até à cassação da candidatura ou do mandato, mas ressalvou que, para isso, o conteúdo deve estar caracterizado como propaganda política e ter verossimilhança capaz de enganar o eleitor. O relatório foi publicado na quinta-feira; o trecho lido não detalha a metodologia nem a distribuição por partido ou campo político.

O que muda pra você

Dev
Detectores e marcas d'água de conteúdo sintético ganham demanda em períodos eleitorais.
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Executivo
Empresas que usam IA em comunicação devem seguir as regras eleitorais sobre conteúdo sintético.
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Risco regulatório para plataformas e ferramentas de geração de imagem e vídeo.
Educador
Material para letramento midiático: como reconhecer deepfakes e entender a regra do TSE.
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