Modelos da OpenAI e da Anthropic ajudam a decifrar mensagens da Enigma
Dois criptoanalistas dizem ter decifrado duas mensagens antigas da máquina Enigma, usada pela Alemanha nazista, com modelos da OpenAI e da Anthropic. O desenvolvedor Carter Leffen pediu ao GPT-6 Astra que procurasse uma mensagem sem solução em uma base de dados; o modelo pesquisou arquivos, examinou pistas históricas e montou um simulador da máquina. Depois de dois dias, chegou a uma resposta para uma mensagem aberta desde 2005.
O outro trabalho usou o Claude Opus 5. Mensagens assim costumam seguir sem solução por erros de transcrição ou de quem as codificou. Segundo o pesquisador Frode Weierud, ainda restam sete mensagens sem solução. As fontes não dizem se as soluções foram verificadas por especialistas independentes.
Pesquisa
Resultado divulgado pelos autores, sem revisão independente citada.
Critério: Paper, demo ou resultado verificável, sem produto.
Fontes originais
- TechCrunch · IAFonte primária · original em inglês(abre em nova aba)
- Olhar Digitaloriginal em português(abre em nova aba)
Resumo escrito com palavras próprias a partir destas fontes. Nenhum trecho é reproduzido.
O que muda pra você
- Dev
- Agentes que montam simuladores próprios resolvem problemas de busca longa; vale testar em tarefas de engenharia reversa.
- PM
- Sem efeito direto no produto.
- Executivo
- Sem efeito direto para executivos.
- Investidor
- Sem efeito direto para investidores.
- Educador
- História da Enigma e IA atual num só caso: bom material para aulas de história e computação.